1) Um balanço pessoal delas.
Estas eleições foram o ponto
culminante de aproximadamente três anos de pesquisas, buscas, reflexões.
Três anos de distribuição
gratuita do material conseguido nesta pesquisa, como por exemplo, livros,
documentários, entrevistas.
Três anos de pesquisa de
campo, de experimentos sociais.
Três anos sendo saco de
pancada dos vermelhos.
Não colocarei referências
bibliográficas ao fim pois, nestes três anos percebi que quem precisava ler não
leu, muito pelo contrário, ridicularizou, menosprezou e desprezou o conteúdo.
Os que já leram, ou ao menos já ouviram falar das obras, reconhecerão as
referências dentro do texto e saberão os livros que eu farei menção ou
conseguirão descobrir, caso não os conheça.
2) Meu relato, minhas
percepções e minhas reflexões.
Nestas eleições teve amigo que me chamou de
Nacional Socialista (nazista) e teve o que me chamou de fascista (a formação
política de Mussolini aconteceu em partido de esquerda). Estes bondosos e amorosos
militantes vermelhos basicamente me chamaram de assassino genocida sem que eu
tivesse matado uma única pessoa.
Tiveram os que me chamaram de burro, imbecil, ameba
e os que me olharam desprezo, nojo, como se eu fosse pústula, uma gangrena
humana, e isso os mais carinhosos. Entre eles tiveram “professores”, na
verdade, militantes vermelhos reacionários disfarçados.
Verdadeiros Professores nunca fariam isto, estes
buscariam conhecer o que está sendo apresentado e trazido pelo estudante.
Mestres buscariam conhecer o outro lado da moeda, a outra perspectiva, a outra
narrativa.
Tiveram os que, de forma desumana, debocharam e
menosprezaram uma tentativa de assassinato em rede nacional dizendo que era "frescura"
ou que era falso e que após uma série de cirurgias, o resguardo médico era
covardia para não ir aos debates. Estes talvez tenham tratado a ocorrência pela
ótica de seu próprio caráter, ou falta deste.
Ambos os grupos, de forma fascista, foram incapazes
de lidar com o pluralismo de ideias e com as diferenças que, ironicamente,
dizem defender. Se não conseguem sequer lidar com o contraditório, a aceitação
do pluralismo de ideias e das diferenças por parte deles seria algo no mínimo
impossível e impensável.
3) “Estranhamente” o demônio que a esquerda caça
estava muito clara em suas próprias atitudes.
Caçavam, caçam e caçarão seu próprio reflexo no
espelho, eternamente, pois estão presos em um infinito tempo cíclico perseguindo
a utópica cruel e desumana perfeição do Homem no mundo material onde seus
“Deuses” (Marx, o filicida, ou Lenin, o ocultador da história, por exemplo)
inspiraram e/ou lideraram o maior genocídio em tempo recorde da história da
humanidade buscando esta desumana perfeição do Homem.
Como podem estar certas essas ideias e estas
pessoas?
A autocrítica deles se resume a tentar outras
formas de fazer novamente o que não funciona, nunca em assumir seus erros, como
o Holodomor, o holocausto ucraniano.
A “lenda” do comunista comedor de criancinhas é um
fato histórico.
Exigem um respeito que não dão.
Bradam por uma pluralidade que não aceitam.
Gritam por democracia, mas odeiam as vozes
dissonantes.
Falam de diferenças, mas apenas as ungidas por eles
possuem valor.
O mesmo se dá em várias outras perspectivas:
Só é científico se for vermelho.
Só é crítico se for vermelho.
Só é respeitável se for vermelho.
Só é digno de atenção se for vermelho.
4) A prepotência, a soberba, a arrogância, a
vaidade, o orgulho, o narcisismo, a total incapacidade de assumir seus erros e
de sequer cogitar a possibilidade de ter errado ou de ter sido enganado, o
fanatismo religioso vermelho onde suas verdades são absolutas e seus dogmas
inquestionáveis, demonstrando um descolamento da realidade, uma megalomania e
um transitar entre a psicopatia e histeria.
O desrespeito, o deboche, o desprezo, o menosprezo,
o descaso, o ódio, a postura reacionária e intolerante pela real pluralidade
cultural, intelectual, moral, filosófica que difere das suas próprias, a total
incapacidade de sequer cogitar a possibilidade de existirem outras teorias,
outras leituras, outras interpretações, o fanatismo religioso vermelho de verdades
absolutas e dogmas inquestionáveis. Afinal de contas, para eles, só os ungidos
por eles tem validade. Será?
5) Existe uma biblioteca gigantesca de intelectuais
não vermelhos, mas sim conservadores e capitalistas reconhecidos em todo o
mundo, mas que são desconhecidos pelos nossos “intelectuais” e “acadêmicos”.
Lembrando que, diferente do que os vermelhos nos
ensinam em sala de aula, conservador não é reacionário e capitalista não é
mercantilista. Estas quatro palavras não estão coladas, não são sinônimos,
basta ver o quão reacionária é a nossa esquerda progressista revolucionária.
São os conservadores e capitalistas que querem
mudança, os vermelhos estão felizes com o legado do PT e de seus satélites,
como o PSOL, PDT, PSDB, (P)MDB, e reagem de forma violenta contra estas as
mudanças. Pergunto-lhe, quem são os reacionários?
Estes mesmos vermelhos sequer conseguem perceber
que Nacional Socialismo (nazismo), Fascismo e Comunismo possuem muitas
semelhanças, entre elas a política econômica Socialista. O mero tocar no
assunto dispara o pavloviano e violento gatilho mental reacionário vermelho. O
dialogo com eles muitas vezes foi e continua sendo impossível dado o gatilho
pavloviano reacionário vermelho.
É preciso lembrar que, quanto maior a intervenção
do Estado na economia, mais socialismo, quanto menor a intervenção do Estado na
economia, mais capitalismo.
Regulamentações são intervenções.
O Socialismo foi refutado cientificamente pela
Escola Austríaca de Economia.
Karl Popper comprovou cientificamente que o
marxismo é uma pseudociência.
Papa Pio XII proíbe todo católico de se associar
com a esquerda com pena de excomunhão automática.
Religiosos seguindo “a religião é o ópio do povo”.
“Curiosamente” estes pontos e textos não entram em
sala de aula.
Nas minhas salas de aula raramente entraram e
quando aconteceram, os defensores do pluralismo e diferenças imediatamente
varreram estas diferenças para debaixo do tapete fazendo uso de ferramentas da
psicologia para esta censura, para esta mordaça, que dizem combater.
Estes mesmos que se dizem intelectuais parecem
incapazes de aceitar os Austríacos e Popper ou lidar com as questões acima,
talvez por implicar em assumir publicamente que foram enganados. O orgulho não
permite. Não é por acaso que este lista entre os sete pecados capitais, na
história.
6) Ainda tem os que acreditam na neutralidade e
imparcialidade de nossa “educação” e, que o projeto Escola Sem Partido seja uma
asneira conservadora de uma direita delirante.
Tenho sérias dúvidas sobre estes “intelectuais”.
Como também tenho sobre o valor e importância de
nossos títulos acadêmicos, afinal de contas, a grosso modo, (des)humanas não
passa de um shake de Rousseau, Marx, Freud e de seus requentadores, e
podem ser resumidas em uma frase:
“- Não sou responsável pelos meus atos, você (o
outro) é obrigado a arcar com minhas responsabilidades (como pagar minhas
contas) e o mundo gira em torno da região entre o púbis e o ânus.”
Mais infantil e bestial impossível. Não é por acaso
que nossa educação está entre as piores do mundo.
Hoje o norte teórico-intelectual (?)do “educador” é
a irresponsabilidade inconsequente proctológica e, é nesse shake bizarro
que nossos “educadores”, “professores-pesquisadores”, são “profissionalizados”.
7) Prepotência, soberba, arrogância, vaidade,
orgulho, narcisismo, total incapacidade de assumir seus erros e de sequer cogitar
a possibilidade de ter errado ou de ter sido enganado.
Desrespeito, deboche, desprezo, menosprezo,
descaso, ódio, postura reacionária e intolerante pela real pluralidade
cultural, intelectual, moral, filosófica que difere das suas próprias.
Estas atitudes contra as vozes discordantes podem
acontecer de forma áspera, sutil, em tom de brincadeira (para se isentar da
responsabilidade), em forma de procrastinação direcionada.
Observe com atenção e irá perceber, aprenda a ler
os sinais. O sempre fala corpo fala, às vezes, grita.
É praticamente impossível o diálogo com eles, por
três anos ininterruptos eu tentei, por três anos fiz distribuição
gratuita do material conseguido na minha pesquisa, livros, documentários,
entrevistas, conceitos, três anos de pesquisa de campo, de experimentos
sociais.
Percebi claramente que eles não têm o menor
respeito pelos que pensam diferente deles, que eles só permitem o diálogo para
tentar manipular a pessoa ou para tirar alguma vantagem, pessoal ou pela causa revolucionária,
seja esta vantagem qual for e de que tamanho for. Quando percebem que a
conversão do outro é impossível ou que não tem mais nada para tomar do outro,
mostram sua verdadeira face, afinal de contas, o
marxismo é o ópio dos intelectuais e Narciso despreza o que não está no espelho.
Como dito
no começo, não colocarei referências bibliográficas ao fim, pois
nestes três anos percebi que quem precisava ler não leu, muito pelo contrário,
ridicularizou, menosprezou e desprezou o conteúdo. Os que já leram ou ao menos
já ouviram falar das obras, reconheceram as referências dentro do texto e
saberão os livros que eu fiz menção ou conseguirão descobrir, caso não os
conheça.
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